quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Um Poema de Natal

Cantam os sinos alegremente
Vá-se lá saber porquê
Digam-me a novidade, minha gente
Que a minha mente não a vê

Será um segredo de fada?
Parece-me que há aqui magia
Que não me deixa ficar parada
Vou então fazer um novo dia

25 de Dezembro, porque não?
Uma data como outra qualquer
Não tem nenhum feriado cristão
É muito boa, a meu parecer

Terá um gordo rechonchudo
Vestido em vermelho e branco
Dará presentes, o bochechudo
Sem precisar de um banco

Terá um Deus Menino
Que todas as casas irá visitar
Para pôr doces nas meias
Que na lareira se irão pendurar

Terá uma Véspera cheia de paz
Onde não falta a alegria
Toda a rapariga e todo o rapaz
Irão festejar este belo dia

Terá ceia, terá crianças
Terá valsas e outras danças
Terá amizade, terá vida
Tudo numa data muito querida

Terá um nome, talvez
Maravilhoso, sem igual
Di-lo-ei de uma vez
O seu nome é Natal.

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