quarta-feira, 4 de agosto de 2010

FINAL de UM CICLO (2007/2010)

O final do ano lectivo para este grupo que recebi no ano lectivo 2007/2008, teve lugar no passado dia 8 de Junho! O exames do 9º ano tiveram lugar uma semana depois, nos dias 16 e 18 de Junho e o tempo que mediou entre a realização dos exames de Língua Portuguesa e de Matemática e a saída das respectivas pautas com o veredicto final, foi stressante...
A preocupação com as notas era uma constante. Será que os vinte e dois alunos da turma D do ano, passavam? Será que o Ruben conseguiria pelo menos os 20% a Matemática para passar para um novo ciclo? O exame tinha-lhe corrido "bué da mal" como ele disse assim que saiu da sala chorando convulsivamente no alpendre... O Professor Zé Pedro de Matemática estava convencido de que as coisas estavam mesmo "pretas" para o Ruben, baseando-se no que ele ia dizendo sobre o que tinha feito... E o Rui? Será que conseguia passar o obstáculo e seguir para a frequência do curso de teatro (no dia do exame de Matemática já tinha outra ideia completamente estapafúrdia e fora da realidade para ele!)? E o Ricas, aquele despassarado total? Iria conseguir frequentar o seu curso profissional na vertente da electromecânica? (afinal foi para os computadores!) E a Soraia, a mais desligada (nem lá vou nem faço nada)? Ah, e o Bruno também conseguiria ir em frente? Eu andava verdadeiramente preocupada com este "grupo da corda"! Eram, dos meus meninos, aqueles que mais preocupação me davam!
Sairam finalmente as notas!
Felizmente o 9º D não tinha qualquer reprovação!!! Fantástico!!! Todos foram aprovados!
Mas o "grupo da corda" precisava de um puxão de orelhas pelas notas de Língua Portuguesa e de Matemática...
Mas os restantes merecem uma nota de louvor!
Que dizer do Bernardo C., da Catarina, da Inês, da Gena, do Matos, do Miguel, da Margarida, da Pilar, da Valéria, da Vera e dos seus belíssimos resultados? Um orgulho!!!
E a Susaninha? Um exemplo esta miúda!
E o João que conseguiu ultrapassar as suas dificuldades no português!? Grande força de concentração!
A Ana, a Bárbara, a Sofia, a Mónica, o Casas também merecem uma palavra. Conseguiram com mais ou menos esforço passar para o 10º ano!!!
Estão portanto, todos os vinte e dois alunos, de PARABÉNS!!!
Como Professora e Directora de Turma deste grupo sinto-me feliz.
Os meus meninos, apesar de me deixarem, vão dar mais um passo na construção do seu futuro e tenho a certeza que de muitos deles ainda ouviremos falar.
Serão todos eles Cidadãos dignos do seu país e alguns deles terão certamente lugares de destaque na sociedade!!!
Serão o meu orgulho!!!
Sinto-me feliz por vos ter tido como alunos! Amar-vos-ei sempre!
Sejam Felizes!

terça-feira, 1 de junho de 2010

Violência Policial - Um problema lusófono


Dois novos episódios de violência que envolvem a PSP estão a ser divulgados com intensidade pela Internet. O facto de se terem seguido à mega-manifestação de sábado em Lisboa fez levantar algumas suspeitas de que estivessem ligados a grupos de extrema-esquerda. No entanto, ninguém o confirma.
No sábado, após a manifestação convocada pela CGTP, dezenas de pessoas juntaram-se nas Portas de Santo Antão, onde um indivíduo alcoolizado terá sido abordado por alguns agentes. Conforme as testemunhas se foram aproximando da polícia, esta decidiu intervir e há relatos de agressões .
Ninguém foi detido, confirmou fonte da PSP, mas as imagens ilustram a confusão que se gerou naquela zona.
Tiago Galamba foi apanhado no meio da confusão, sem estar envolvido em nenhuma discussão, e levou três bastonadas. «Sou de Ourém e estava em Lisboa para participar na manifestação. Sou militante do PCP e já estava a regressar a casa, mas estava atrasado para a camioneta, juntamente com outros camaradas. Fui apanhado no meio daquela confusão e perdi o transporte. Ninguém me deu uma explicação e, ainda por cima, tivemos de dormir no chão em Santa Apolónia, porque não tínhamos dinheiro para regressar».
Tiago assegura que nada tem a ver com grupos extremistas, muito pelo contrário. E até nem sabia o que era bastonadas: «Levei duas nas pernas e uma nas costas. Mas até comentei com os meus amigos que pensava que doía mais. Nunca me tinha acontecido. Acho que eles aproveitam a mínima coisa para malhar no pessoal».

Outra vez o Bairro Alto
Já na madrugada de domingo, cinco pessoas acabaram detidas por mais desacatos, desta vez no Bairro Alto. A PSP avança que foi chamada às 2h40, por estarem «indivíduos em desordem», que posteriormente 
«tentaram agredir os agentes». Nenhum dos polícias ficou ferido, mas outras imagens mostram como ficaram alguns dos detidos.
«Não conseguimos relacionar um episódio com o outro, nem temos suspeita de que tenha sido algo organizado», garantiu a mesma fonte, admitindo, no entanto, que a PSP já abriu uma investigação criminal para apurar se foi alvo de uma «emboscada».
Alexandre Gonçalves, fotojornalista e um dos detidos contou a sua versão. «Eu vi os polícias a espancarem uma rapariga e decidi fotografar. Tiraram-me a máquina, partiram-me o cartão, espancaram-me de cassetete na cara e agora pelos vistos ainda sou acusado de agressão», afirmou.
Confrontado com os rumores sobre grupos anarquistas, Alexandre garantiu que, tanto o próprio como os seus dois colegas que também foram detidos, não têm nenhum passado político. «Mas se calhar daqui para a frente até vou fazer parte desses grupos», brincou.
Os cinco detidos estão a ser ouvidos neste momento em tribunal.
Já o porta-voz da Direcção Nacional da PSP recusou comentar qualquer eventual ligação entre estes casos e grupos extremistas, porque «é exactamente isso que eles pretendem».
«Todos os países têm esses grupos anarquistas, Lisboa não é excepção. É natural que a PSP esteja atenta» ao avolumar da tensão social, disse.
Quanto às acusações de violência policial, concentradas sobretudo num grupo do Facebook, o comissário Paulo Flor assegurou que «os primeiros indícios recolhidos pela PSP não dão conta de qualquer brutalidade policial».

sábado, 29 de maio de 2010


OLÁ Miúdos:


Estamos no final do ano...
O stress começa a fazer-se sentir com grande intensidade.
Os dias correm velozes e os exames estão mesmo a bater à porta!
Mas neste corre corre, vejam lá como a vossa professora (que anda triste porque vocês a vão deixar, mas feliz porque vão iniciar um novo ciclo de vida) arranjou disposição para uma foto divertida com os óculos do rock in rio, que a Ritinha do 9º A trouxe...
Estou ou não bem gira? Digam lá...

Só mesmo eu...


A Professora


domingo, 23 de maio de 2010

Concurso "Se eu podia viver sem ler...?

No âmbito da Semana das Línguas, a BECRE lançou o Concurso"Se eu podia viver sem ler...? Poder, podia, mas ..."
A importância da leitura e criatividade dos leitores ficaram bem expressas na grande participação -- 45 frases!!!
Cada turma apresentou a sua frase.
A frase vencedora no 9º Ano... foi a frase da turma Fantabulástica!!!
E a frase eleita pelo júri foi esta:

"Se eu podia viver sem ler?
Poder, podia ...mas os heróis não conheceria e no mundo dos sonhos não navegaria..."

in http://domfernando.malha.eu/moodle/


PARABÉNS aos meus queridos alunos!

A vossa Professora felicita-vos!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Curiosidades (algumas não-tão-curiosamente estranhas)


Se uma pessoa gritasse durante 8 anos, 7 meses e 6 dias, teria produzido energia suficiente para aquecer uma xícara de café…
Em 10 minutos, um furacão produz mais energia do que todas as Armas Nucleares juntas.
A probabilidade de viver até os 116 anos é de um em 2 bilhões.
É fisicamente impossível lamber o próprio cotovelo.
Um raio atinge uma temperatura maior do que a da superfície do sol.
Os raios movem-se com velocidade média de 246 km/s para descargas com polaridade positiva e 304 km/s para as descargas de polaridade negativa.
No núcleo do sol, a cada segundo, 600 milhões de toneladas de hidrogénio convertem-se em héio.
Um pedaço de uma estrela de neutrões que fosse do tamanho de uma cabeça de alfinete pesaria um milhão de toneladas.
O grafite do lápis e o diamante possuem a mesma forma química e diferenciam-se unicamente pela estrutura cristalina.
O eco que ouvimos em certas ocasiões é devido à repetição de um som pela reflexão da sua onda sonora.
Os "gritos" dos patos não produzem eco. Não se sabe porquê.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

domingo, 2 de maio de 2010

Dia das Mães - Texto por Patrícia Jesus

Dia da Mãe

"Não consigo mesmo dizer de qual é que gosto mais"

por PATRÍCIA JESUS  Ontem
"Não consigo mesmo dizer de qual é que gosto mais"
Há tias, avós, irmãs que são mães "emprestadas". Com direito a presente e tudo.
Catarina tem duas mães e não consegue dizer de qual gosta mais. "A minha mãe e a minha tia são gémeas e sempre foram muito unidas. Trabalhavam no mesmo sítio e eu e o meu primo nascemos com dias de diferença, por isso até acabaram por partilhar a maternidade." E Catarina e o primo partilham as mães. "Sinto-me como se tivesse duas mães", conclui. Não é a única. A velhinha expressão diz que "mãe só há uma", mas para Catarina, Alexandra e Rodrigo, as tias e irmã foram verdadeiras "mães emprestadas".
"Mãe é quem acompanha, quem vibra com as tuas alegrias e chora por causa das tuas tristezas e, nesse sentido, a minha mãe e minha tia são ambas minhas mães", diz Catarina.
Aos 30 anos, garante que quando tem novidades telefona tanto a uma como a outra. E recorda como quando era pequena e insistia em perguntar à mãe se gostava mais dela ou do primo, Maria Manuela devolvia-lhe a pergunta. "Dizia 'Tu gostas mais de mim ou da Teté?' E eu não conseguia responder. Não consigo mesmo dizer de qual é que gosto mais. Complementam-se", conclui, sentindo-se uma privilegiada.
Mas não é preciso a tia ser exactamente igual à mãe para ocupar o seu lugar. Para Rodrigo Ferreira, de 11 anos, a tia Xanita, de 44, é como uma segunda mãe. Tanto que houve anos em que na escola pedia para fazer dois cartão para oferecer no Dia da Mãe.
"A minha mãe não tem muito tempo e geralmente é a minha tia que me leva à missa ou à catequese. E o padre até pensava que ela era a minha mãe", conta, sentado ao lado da tia.
De certa forma, Maria Ferreira já ajudou a tratar da irmã mais nova, a mãe de Rodrigo, de quem tem 13 anos de diferença. Agora, que a filha já saiu de casa, tem a alegria de estar com Rodrigo. "Aos fins-de--semana e nas férias quase não vai a casa", apesar de viver a apenas 12 quilómetros, explica. "Brincamos muito os dois", conclui Rodrigo, que até já ocupou o quarto da prima.
Para Alexandra, a irmã mais velha não era só a companheira de brincadeiras - foi também uma segunda mãe. "Quando eu nasci a minha irmã tinha 16 anos e durante toda a minha infância acabou por ter um papel preponderante. A minha mãe funcionava mais como minha avó. Era a Paula que me comprava roupa, por exemplo. A minha irmã dizia-me qualquer coisa e eu ficava em sentido, obedecia imediatamente. Com a minha mãe fazia birras enormes", conta.
E aos 14 anos, quando ficou a viver sozinha com os irmãos, foi claramente a irmã que ficou com a responsabilidade de tomar conta dela, admite. Hoje, aos 28, ainda reconhece na irmã uma tendência especial para a proteger.
Já Mariana Sabido está do outro lado. É ela que é a "mãe emprestada", como explica no seu blogue. Tem 28 anos e está grávida de seis meses mas já tem outras quatro "miúdas especiais" na sua vida, dos 8 aos 17. "Quando conheci o meu marido, conheci-o logo com elas", conta.
Vivem todos juntos desde 2007 e têm uma relação muito próxima, diz. "Mas também me zango e ponho de castigo se for preciso. Por isso há dias em que está tudo bem e dias em que não devem gostar nada de mim , tal como acontece com os nossos pais", conclui esta madrasta, que sente necessidade de explicar que não quer ocupar o lugar da "verdadeira mãe". Mas se calhar "falta inventar o dia das mães emprestadas", conclui.



Retirado de http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1558742

quinta-feira, 29 de abril de 2010

O papel da escola na formação dos cidadãos

Redacção:


O papel da escola na formação dos cidadãos


O papel da escola eu axo que é igual a um papel qualquer de imprensa A4. E

de certeza que é. tem a mesma grossura e tudo. Agora se estão a falar, por

exemplo, das folhas de Teste que é uma folha A3 duberada ao meio fazendo

duas folhas A4, axo melhor que as folhas de teste sejam assim do que só uma

folha A4, essas fichas que os professores dão são sempre folhas de formato

A4 ou de formato A5 . Os testes As professoras metem sempre folhas de

formato A4 mas quando são mais as professoras agrafam sempre as folhas e

nunca fazem teste com folhas formato A5. Por isso eu axo que as folhas

desta escola são iguais às das outras escolas ou de outras empresas.

Aluno do 9ºano EB 2/3 Espinho


Bernardo Caetano

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Uma história (que vou continuando aos poucos) para os meus colegas e professores lerem

Era uma pequena aldeia, no meio de tanto mundo. As suas casas eram de madeira, alguma já com musgo e podre, pois muitos e quase infindáveis anos haviam passado por ela. Tinha uma pequena igreja, a única em muitos, muitos quilómetros. E nessa igreja havia um sino, que tocava todos os dias para chamar os poucos habitantes que ainda existissem nessa aldeia a reunirem-se para uma solene e pouco faustosa missa. Até se poderia duvidar da existência dessa aldeia, se não fosse pelo pequeno sino prateado que tocava todo o santo dia. Mas a aldeia não parecia existir, de facto, pois não era referida em livros, histórias, lendas, mitos, nem mesmo em banais contas de luz. Era invisível para o mundo, e o mundo era invisível para ela também, e para os seus parcos e vetustos habitantes. Vetustos? Sim, vetustos, velhos, idosos. Nesta miserável aldeia não havia crianças, excepto duas, que Deus havia deixado viver para que os habitantes tivessem alguém por quem lutar. Eram Vianne e Wölf. Vianne era uma linda menina, que adorava sentir os seus cabelos ruivos a esvoaçar atrás de si, enquanto corria. Wölf tinha cabelos negros como a noite mais escura que possam ter visto, em contraste com os seus olhos de um límpido azul, muito mais claros do que os de Vianne, que eram de um forte turquesa. Eram chamados Os Filhos do Sol, porque para os velhos, eles eram a alvorada de dias melhores, dias em que a aldeia pudesse estar cheia de crianças, suas bisnetas e trinetas, que trouxessem consigo alegria, cor, e principalmente agitação! Mas parecia que nada iria dar certo, porque estes dois simpáticos infantes, que deviam ser calmos e pacíficos, pela convivência com os velhos, não eram nada disso: eram aventureiros. Viviam em constantes perigos, lutando contra criaturas que vinham apenas da sua imaginação. Não queriam crescer, mas também não queriam viver para sempre naquela pequena aldeia. Lá, tudo ficava na mesma, numa pasmaceira que seria inacreditável, noutra cidade qualquer. Infelizmente, eles sabiam que, tal como Sir James Barrie disse, uma vez, todas as crianças crescem, excepto uma. Vianne e Wölf não tinham a sorte de serem essa criança, mas esforçavam-se ao máximo para não se deixarem ficar como os velhos. Os velhos, velhos velhos, mais velhos do que dinossauros, não compreendiam estes petizes, que corriam, corriam, e corriam sem parar. Os seus pais tinham já sessenta anos, e eles tinham apenas uma dúzia. Diferença, grande diferença, que eles sentiam mais do que ninguém. Se bem que o tempo não tivesse mudado muito no último meio século, pelo que as épocas e as actividades eram praticamente iguais. E era assim, nessas vetustas actividades, que Vianne e Wölf.passavam os seus anos. Com dez anos, pescavam, exploravam, brincavam e estudavam. Com treze, pescavam, exploravam, caçavam e estudavam. Com dezasseis, pescavam, exploravam, caçavam e estudavam. Mas, sendo Vianne e Wölf tão conhecedores das leis como eram (por estarem a desobedece-las despreocupadamente constantemente), deviam saber a primeira e única lei universal, enunciada uma vez por Camões: Todo o mundo é composto por mudança. Assim sendo, eles deviam saber que nunca, mas nunca poderiam ficar iguais, na mesma situação. Mas como poderia a situação deles mudar assim, de repente? Nunca de forma normal, pois a aldeia em si não mudava. Havia mortes, claro, pois era uma aldeia de idosos, mas nunca grandes mudanças. Havia população suficiente, e vinham sempre mais pessoas idosas que procuravam um lugar tranquilo onde passar os últimos dias. Mas um dia, chegou uma pessoa diferente. Não era idosa, era um jovem.

terça-feira, 30 de março de 2010

EXPOSIÇÃO "A MODA AO LONGO DO SÉCULO XX"

Com o finalizar do 2º Período os trabalhos desenvolvidos pelos alunos no âmbito de uma actividade, começam a perfilar-se para as respectivas exposições que serão patentes à comunidade escolar.

Seguindo este raciocínio, a actividade levada a cabo pelos alunos do 9º D e do 9º A, e ainda com a participação de um aluno do 9º B - o Luís - A MODA AO LONGO DO SÉCULO XX - foi exposta no dia 26 de Março. Está à entrada da Sala de Professores e podemos dizer que está interessante.

Os grupos esmeraram-se. E tornou-se interessante pois, acabou por envolver os próprios Pais e outros familiares (como as Avós) na confecção das roupas.

Uns bonecos estão mais criativos que outros, mas acabam por nos dar a percepção da evolução da moda ao longo dos anos, relacionada com o contexto económico.

Saliento o soldado alemão do Africa Korps, 2ª Guerra Mundial (1939 - 1945) que combateu em África sob o comando de Rommel - a Raposa do Deserto. Este trabalho feito pelo Bernardo Caetano está perfeito!

As bonecas vestidas à moda dos anos 20 vestidas pela Catarina Roquete e pelo Luís Vital, estão simplesmente deslumbrantes! A boneca do João Soares (apesar de deficiente) revela uma grande criatividade na roupa! As lantejoulas, as penas, fazem do vestido uma criação de estilista digna dos melhores costureiros!

A boneca do Rock and Roll do André Alves, está fidedigna!

As bonecas que retratam os anos sessenta, estão à imagem dos anos dos Hippies - "Make Love, not war!"

Parabéns à Rita Couto, à Andreia, à Nina.

A Sara com o seu boneco dos anos 80 relembrou-nos uma década não muito distante.

O soldado do Casinhas não trouxe a criatividade que deveria, pois não lhe costurou o fato, mas... aceita-se... Já o ferido dos alunos Ricardo Sequeira, Ruben Ferreira e Bruno Gonçalves trouxe imaginação. Está engraçado! Aproveitou-se o material à disposição! Faltava a mão e o pé? Então foi ferido em combate...



Todos os alunos participantes estão realmente de Parabéns!

Por isso parabéns à Valéria Martins, à Eugénia Pinto Coelho (com a boneca com o seu bikini!), à Margarida Matos , à Vera Rivotti, e todos os outros alunos que por ventura não mencionei.



Gostei desta actividade.

É uma forma diferente de estudarem o contexto socio-ecónómico de todo um século, através da moda.


Professora Isaura Victorino


segunda-feira, 1 de março de 2010

Apelo aos caros colegas (invariavelmente ausentes)

Alerto os meus caros colegas para o facto de eles não se terem dado ao trabalho de mexer o mais minúsculo dos seus dedinhos para escrever algo aqui. Já desde do ano passado, 2009, que só eu e a DT temos publicado alguma coisa. Não concordo, não gosto, e não acho que valha a pena publicar artigos que deram trabalho a escrever para ninguém os ler. Gente, este blogue não é meu (embora eu TENHA o meu). Também não é da DT. É de todos. Custa assim tanto escrever metade do que escrevem normalmente numa conversa do Messenger? E (vantagem à vista!) não têm de aguardar que ninguém vos responda ao que escrevem, embora haja pessoas que estão sempre dispostas a fazer comentários. E (eh pá, isto parece que estamos a nadar em vantagens), por isso, não demoram nem metade do tempo que leva uma conversa no MSN. Cronometrei. Levei cerca de 3 minutos a escrever isto. Podem gastar 3 minutos para que eu possa ler algo que não tenha escrito, também?

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O meu livro

Bem sei que vocês leram a pequena parte do livro que eu "postei" há muito tempo neste blogue, e que todos me "parabenizaram" muito e gostaram. Por isso, decidi recompensá-los pelos elogios que me prestaram, não só no livro como nos meus poemas. Aqui têm algumas personagens do livro. Não todas, e umas que vocês não conhecem, e podem perguntar-me a história dessas à vontade, na escola.



































A nossa heroína, Angye, uma Princesa das Fadas com orelhas de elfo.

Lloruo, príncipe dos Elfos, um rapazinho astuto, àgil e querido. E com tendência para se meter em sarilhos.



































Laele, uma fadazinha linda e muito leal ao seu reino. Irmã de Lloruo. São parecidos, não são?




































Este é o Falagun (com dois pontinhos em cima do «u»). É das personagens que me vão ter de perguntar quem são.  ;)



































Este é o Grok, o companheiro do Falagun. Outro personagem que vai ser misterioso até me perguntarem quem é!  XD


Irei pôr mais, quando fizer mais. Digam-me alguma coisa se quiserem ver mais um pouco da minha história aqui neste blogue! (E não se esqueçam de fazer comentários).

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

VALÉRIA -- Premiada

Certamente que sabem que a nossa Valéria foi uma das premiadas no Concurso Faça Lá Um Poema - no Dia Mundial da Poesia - o qual foi realizado na BECRE.
O Poema com que concorreu é muito interessante e traz-nos um quê de suavidade e ternura.
Intitula-se: CHIU. (Então chiu e leiamos o poema)

Tenho alguém à janela
Que atirou um pedregulho
Chiu! O bebé dorme
Não façam barulho!

Toca alguém à porta
Chiu! Não posso atender
Tocam com mais força
Lá vou eu a correr!

Chiu! Não faças barulho
Feito chimpanzé
Que o mais pequeno som
Pode acordar o bebé!

O bebé acordou
porque alguém tropeçou
Caem lágrimas pela sua cara
Pois a sua sesta acabou

O silêncio é de ouro
O barulho é de prata,
Quem me dera ter
Uma vizinhança pacata!




Valéria Martins, 9º D nº 21


PARABÉNS da Professora e de todos os colegas

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Filme em cartaz, penso que é giro

Chama-se o Assistente de Vampiro. Parece... bom. Ponho aqui o trailer, para terem uma perspectiva de como é o filme.

Um novo blogue para VEREM (o que quer dizer que é obrigatório =p)

Começei um novo blogue, chamado Tailored Stories (Histórias feitas à medida). Peço desculpa àqueles que não sabem o suficiente de Inglês para puderem ler facilmente, mas suponho que o Google Tradutor deve resolver isso (ainda que essas traduções não sejam muito boas). Já lá pûs uma história, e ESPERO BEM que a comentem. Não me interessam elogios grandiosos, quero apenas a VOSSA opinião. O URL do blogue é http://tailoredstories.blogspot.com

Espero que gostem :D XD